
Começar, o segredo...
Escolhi iniciar o meu blog falando de um tema pertinente, “começar”, isso mesmo, por que estou começando meu blog.
Dar o primeiro passo... é impressionante como algo aparentemente simples as vezes é tão complicado. A consequência é a procrastinação.
Porque temos a tendência de adiar? Existe dois elementos fundamentais que nos fazem procrastinar, o medo e a cobrança, o primeiro porque no medo inexiste a coragem de uma vez por todas começar aquele projeto de tanta expectativa. E a cobrança porque achamos não estar preparados para iniciar aquele projeto e passamos a adiar buscando a situação perfeita.
É obvio o evento da procrastinação não se trata só de projetos, pode se tratar de seu casamento, seu trabalho, o curso que está fazendo, o peso que está acima do que gostaria, etc.
No entanto, o equívoco geral é o mesmo, as pessoas acreditam que a motivação vem antes de começar, é claro que em menor intensidade pode até ocorrer, mas a motivação maior vem depois que começamos, então o fardo não é começar e sim o contrário o segredo é começar!
Mesmo com o planejamento perfeito ou com as metas mais ambiciosas, esses devem estar atrelados ao poder de começar e recomeçar sempre!
Simplesmente começar, não importa como você começa e sim como termina.

O fantasma da insegurança
Pessoas que sentem necessidade de se autoafirmar inúmeras vezes podem estar escondendo um sentimento de insegurança que se instalou originado por outro sentimento, o de medo. Neste caso, a pessoa pode nem perceber que ficou inseguro.
Logo, o autoconhecimento ajuda nesta situação, já que, dá espaço para o reconhecimento da autoconfiança que mostra as qualidades e demonstra seu valor, porém, precisa ser um processo que deve ser meticulosamente trabalhado, pois, algumas pessoas são mais sensíveis a crítica, a frustações, insultos e portanto, são mais susceptíveis a queda de autoestima.
É interessante como a pessoa aqui mencionada, tem uma percepção distorcida da realidade, pois, considera os acontecimentos positivos como “sorte” mas os acontecimentos negativos são vistos como responsabilidade própria, o que demonstra como está cego, não consegue olhar para si sem se rebaixar, infelizmente.
O inseguro não tem conhecimento do seu limite, ou seja, da sua total capacidade, para ele, seu potencial é um desconhecido, pode acontecer o seguinte, o inseguro não sabe que na realidade “ele sabe”, porque nunca se deu oportunidade de testar sua capacidade.
Para uma pessoa que assiste este acontecimento de fora parece simples mais para a pessoa que sofre de insegurança, cada passo dado é um grande esforço infelizmente.
Mas como toda conquista significante na vida requer esforço, o inseguro com muito esforço pode sim superar este mal.
Para isto, é importante não deixar de pensar positivo sempre, não subestime seus pontos fortes e superestime seus pontos fracos, faça o contrário, evite comparações foque no seu potencial, seja transparente com você mesmo, além disso, compartilhe suas emoções com pessoas que você confia, e principalmente, não deixe se divertir e procurar olhar sempre o lado bom das coisas, diante disso, criando um “escudo de positividade” você estará preparado para combater o fantasma da insegurança.

Honestidade Emocional
Termo pouco utilizado, a honestidade das emoções consiste em ser transparente e sincero com o que sente e pensa. Por exemplo, dois amigos vão a um show de rock e um deles diz, nossa mais o show estava ótimo e o segundo amigo diz, nossa mas você nem gosta de rock. Neste caso, o primeiro não tem honestidade emocional e segundo sim, por não omitir a verdade. Podemos dizer, que a falta de honestidade também é uma falta de sinceridade com seus sentimentos, as vezes, as pessoas não percebem que faz isso. Ele busca em primeiro lugar agradar, então distorce a realidade e também sua honestidade, e sua emoção trabalha de forma desonesta e sua motivação fica sempre na zona de conforto, quando precisa ser duro e criticar alguém ele foge da situação e do seu compromisso com a honestidade emocional.
Apesar de ser apreciada por poucos ela é essencial para obter-se o tão requisitado sentimento de realização pessoal, porque ela nos livra da culpa e nos faz completo. Tanto a falta de honestidade como a presença de honestidade emocional causam um desconforto emocional, no primeiro caso, porque mesmo aqueles que encobrem seus sentimentos de si sabem sutilmente que estão forçando e/ou omitindo alguma coisa para que sua vontade seja satisfeita, e no segundo caso, porque a honestidade emocional obriga as pessoas a dizerem coisas desagradáveis.
Mas a diferença está no resultado, no segundo caso, o resultado acaba sendo positivo já que a verdade é mais digna.

Inteligência artificial e design
O avanço da inteligência artificial capaz de gerar imagens, vídeos e layouts em poucos segundos tem provocado uma pergunta legítima entre designers: essa tecnologia vai tirar nosso espaço no mercado? A resposta curta é: não exatamente — mas vai transformar profundamente a profissão.
Ferramentas de IA já conseguem criar ilustrações, identidades visuais simples, peças publicitárias e até vídeos animados com um nível técnico impressionante. Isso, sem dúvida, impacta tarefas que antes demandavam horas de trabalho manual. Atividades repetitivas, genéricas ou de baixo valor estratégico tendem a ser automatizadas. Nesse ponto, sim, há uma redução de demanda para certos tipos de serviço.
No entanto, design não é apenas produzir imagens bonitas. Design envolve pensamento crítico, entendimento humano, contexto cultural, estratégia, narrativa, emoção e intenção — elementos que a inteligência artificial ainda não compreende de forma genuína. A IA gera combinações baseadas em padrões; o designer cria significados.
O mercado não está eliminando designers, mas redefinindo o perfil do profissional valorizado. O designer do presente (e do futuro) deixa de ser apenas um executor de softwares e passa a ser:
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um curador do que a IA produz,
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um estrategista visual,
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um tradutor de necessidades humanas em soluções visuais,
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alguém capaz de dirigir a IA, não competir com ela.
Assim como ocorreu com o surgimento do computador, da internet, do Canva ou das redes sociais, a profissão não acabou — ela evoluiu. Designers que se adaptam, aprendem a usar a IA como aliada e fortalecem habilidades como branding, UX, storytelling, direção de arte e pensamento conceitual tendem a ganhar ainda mais espaço.
Por outro lado, quem se limita apenas à execução técnica, sem aprofundar o raciocínio criativo e estratégico, corre o risco de ser substituído — não por falta de talento, mas por falta de adaptação.
Em vez de perguntar “a IA vai acabar com o design?”, a pergunta mais produtiva é:
“Que tipo de designer o mercado vai precisar agora?”
A resposta aponta para um profissional mais humano, mais consciente, mais estratégico e mais autoral. A inteligência artificial muda as ferramentas, mas a sensibilidade, a visão e o propósito continuam sendo humanos.
O design não está morrendo.
Ele está passando por uma das maiores transformações da sua história.
